terça-feira, 18 de setembro de 2012

Entrevista com a Taty Oliveira - Revista Sexlog


Revista Sexlog: Você já recebeu alguma cantada irresistível?
Taty Oliveira: Olha, mulheres sofrem, viu? (risos) Os homens são muito criativos quando se trata de xaveco! Uma vez, depois de um show, um cara chegou pra mim e disse "Sua blusa é linda. Vamos fazer sexo?" Demorei pra entender que a falta de nexo era de propósito, sabe? Quando me toquei da pergunta absurda, caí na risada. Mas não costumo conversar com o pessoal quando termino o show, pois geralmente tenho outros para fazer na mesma noite e não dá tempo de falar com alguém.


Revista Sexlog: Você se acha uma mulher sexy?
Taty Oliveira: Toda mulher é potencialmente sexy. Quando me arrumo para os shows ou me produzo para sair de noite, seja um jantar ou uma balada, faço isso pensando em esconder aqueles defeitinhos nos quais só a gente mesma repara. Isso me dá confiança e saio de casa sentindo a energia sensual que libero. Sei que os homens me olham e isso me faz sentir muito bem. Mas acredito que ser sexy também depende de atitudes.
Revista Sexlog: O que você gosta na hora do sexo?
Taty Oliveira: Gosto da intensidade. Se for pra ser selvagem, que gema alto, diga palavras obscenas e dê um tapinha aqui, outro ali, puxe o cabelo, que pegue de verdade. Se for com amor, aquele sexo cúmplice mesmo, tem que ter olho no olho, pegada e sintonia. Não é só porque tem carinho que precisa ser chato.
Revista Sexlog: E o que te faz brochar?
Taty Oliveira: Sexo oral mal-feito.
​Revista Sexlog: Você curte brinquedinhos sexuais?
Taty Oliveira: Quem não curte? Gente, sexo é uma das melhores invenções dessa vida, mas ficar só no basicão cansa. De vez em quando, precisa ter um gel de massagem com efeitos, uma brincadeira sexual, um strip tease, motel, sei lá. Vibrador é uma delícia também.
​Revista Sexlog: Você está solteira. Sente falta de sexo?
Taty Oliveira: Se estou solteira, estou solteira. É claro que se rolar aquela coisa de pele, a química assim logo de cara, é outra coisa, mas consigo ficar sem. Sou bem-resolvida quanto a isso e acho que as mulheres podem fazer sexo apenas pelo sexo de vez em quando. É uma boa maneira de se conhecer, perder alguns grilos e se libertar de amarras sociais.
Revista Sexlog: Tem alguma fantasia que nunca realizou?
Taty Oliveira: ​Quero um dia ir acampar em uma praia deserta e fazer sexo na areia, na beira da praia. E também morro de vontade de experimentar sexo em uma daquelas cadeiras de sadomasoquismo.
Revista Sexlog: Já viveu alguma aventura sexual?
​Taty Oliveira: ​Uma vez, terminei um show e vi na pista de dança da boate uma mulher linda que não havia tirado os olhos de mim durante a apresentação. Trocamos olhares por um tempo e resolvi me aproximar. Ela estava supertímida, mas foi se soltando conforme conversávamos e eu a convidei para conhecer o camarim comigo, cheia de segundas intenções. Ela topou e nós ficamos lá mesmo, foi muito legal.
Revista Sexlog: Qual foi o lugar mais maluco onde você fez amor?
Taty Oliveira: Foi na praça de uma cidade que eu estava visitando com um ex-namorado. Não tinha ninguém por perto e estava muito frio, fizemos um sexo contido, mas foi bem excitante.
​Revista Sexlog: Que posição é melhor pra você chegar ao orgasmo?
Taty Oliveira: Por trás é sempre mais gostoso. Gosto do que é proibido.

Site: REVISTA SEXLOG

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